A verdade - Augustus | Letra da Música

A verdade - Augustus

Letras de A - Z, de diversos estilos musicais

A verdade - Augustus - Letra






Em que mão eu escondi minha dor

Tempestade
Raios retumbam no temporal
E adentram a alma
Na porta entreaberta

Clarões
Nos cinzas gelados do meu esquecer
Luzem os rastros entrecortados
De caminhos que quis desfazer

A cova é rasa
E pouco guarda
Nunca é funda o bastante para esconder
A fraqueza que cala
É a mesma que sobra
E que faz a agonia reacender

Vertigens e espasmos
(Vertigens e espasmos)
Anunciam o orgasmo
(Orgasmo)

Anunciam o orgasmo do meu sofrer
O tempo e o remorso em compasso no lasso
O tempo e o remorso em compasso
Fazem uma cama de espinhos para eu adormecer

E nem no sonho vai estancar
É muito sangue para perder
Se noutro dia eu acordar
Se o sol ainda aparecer

A cova é rasa
E pouco guarda
Nunca é funda o bastante para esconder
A fraqueza que cala
É a mesma que sobra
E que faz a agonia reacender

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